Das Garras do Abismo

11.08.2019

Lembra-te que é breve a minha existência!
Foi para isto que criaste os seres humanos?
Quem poderá viver sem ver a morte?
Quem se poderá livrar das garras do abismo?

Salmo 89, 48-49

Memórias de São Domingos

08.08.2019

É o dia da memória litúrgica dele e da nossa memória do que somos. Recupero uma publicação do ano passado do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura:

Funda uma ordem que tem como finalidade a salvação das almas mediante a pregação que brota da contemplação. Na sua congregação têm grande importância o estudo, a vida litúrgica, a vida comum e a pobreza evangélica.

Cristã e Lésbica

29.06.2019

Henrique Raposo escreve no sítio electrónico da Rádio Renascença sobre cristianismo e homossexualidade e menciona o meu mais recente artigo para o Pontos SJ. Vale a pena ler aqui.

Os Nomes da Diferença

21.06.2019

O meu segundo artigo para o Pontos SJ foi publicado hoje e pode ser lido aqui. É sobre as pessoas LGBTI dentro e fora da Igreja.

A Presença da Ordem em Abrantes

19.06.2019

O Laicado Dominicano de Abril/Maio de 2019 inclui uma reportagem minha sobre o Passeio da Família Dominicana deste ano à cidade de Abrantes.

Vigília

20.04.2019


Fra Angelico, OP, Lamentação de Christo (c. 1440).

Ant. O meu corpo descansará na esperança.

Paixão

19.04.2019


Giovanni Battista Piazzetta, Cristo Crucificado entre Dois Ladrões (c. 1710).

V. Fez-me habitar nas trevas.
R. Como os mortos há muito esquecidos.

Ceia

18.04.2019


Jacopo Tintoretto, A Última Ceia (1592-94).

Cantemos com alegria
A grande solenidade,
Brotem do fundo da alma
Cânticos de piedade.
Desapareça o que é velho,
Tudo seja novo em nós:
As obras e os corações,
O grito da nossa voz.

Neste dia recordamos
Aquela noite de luz,
Em que, na Última Ceia,
Aos seus irmãos deu Jesus
O cordeiro e o pão ázimo
Segundo os ritos legais
Que o Senhor na antiga lei
Ensinara a nossos pais.

Aos fracos e esfomeados
Deu o seu Corpo a comer,
E aos tristes, fonte de vida,
Deu o seu Sangue a beber,
Dizendo-lhes: Recebei
Este cálix que Eu vos dou,
Bebei todos deste Sangue
Que do meu peito jorrou.

Assim Ele Instituiu
O sacrifício do altar,
Dando só aos sacerdotes
O poder de consagrar;
Aos seus ministros compete
Tomar seu Corpo nas mãos,
Comungá-lo e reparti-lo
Por todos os seus irmãos.

Pão dos Anjos, Pão do Céu,
Feito pão das criaturas,
Ó celeste Pão divino
Que vens pôr termo às figuras!
Oh maravilha! O escravo,
O humilde, o pobrezinho,
Come o Corpo do Senhor,
Faz dele o Pão do caminho!

Ó Divindade una e trina,
Vossos filhos Vos imploram:
Visitai os corações
Que prostrados Vos adoram;
E pelos vossos caminhos,
Por onde os homens chamais,
Levai-nos à luz eterna,
Aonde Vós habitais.

S. TOMÁS DE AQUINO, OP, “Sacris Solemniis”

Cristo Vivo, Cristo Morto

02.04.2019

O Papa Francisco diz que Cristo está vivo na exortação apostólica dirigida à juventude que foi publicada hoje. Alguns padres católicos polacos dizem que Cristo está morto quando abençoam a queima de livros. Nada de novo, portanto.

O Enigma do Mal

24.03.2019

Ferrugem e Clamor

21.03.2019

O meu primeiro artigo para o Pontos SJ está online e pode ser lido aqui. Do meu ponto de vista, o propósito desta colaboração será pregar o bem comum. Agradeço o convite do João Manuel e estendo o agradecimento a toda a equipa deste excelente projecto da Província Portuguesa dos Jesuítas. Dedico o artigo à Deolinda Machado, sindicalista católica e membro de longa data da Comissão Executiva da CGTP-IN.

Frei Bernardo Domingues: Alegria Transbordante

23.02.2019

Não tenho imagens, mas tenho algumas palavras. O funeral do Frei Bernardo Domingues decorreu hoje à tarde na Igreja do Convento do Cristo-Rei, Porto, que também é a minha casa porque sou membro da Fraternidade Leiga de São Domingos aí sediada. Fomos muitos e muitas. Enchemos a igreja, a ponto de ser necessário encaminhar as pessoas para as galerias superiores. Tanta gente que se cruzou com ele em diversas momentos marcantes na paróquia, na escola, na universidade, na família dominicana, na vida. Foi, por isso, um tempo de revisão, de reencontro, e de olhar esperançoso para o futuro motivado pela ocasião. A homilia do irmão, Frei Bento Domingues, sob o signo da misericórdia de Deus e da humanidade, deu um tom intensamente alegre a esta “celebração de passagem” (como o próprio Frei Bernardo lhe chamou há 7 anos) que se manteve até à conclusão. Em vez de lamentarmos, agradecemos. Agradecemos uma vida incansável ao serviço do bem comum que não nos deixa descansar. Celebrámos a alegria do Evangelho, a alegria de Cristo, a alegria da vida, a alegria da vida em Deus. Alegria transbordante. No fim descobrimos o princípio, quando a beleza do “Salve Regina”, cantado ao jeito dominicano, fez ecoar a plenitude: “Ora pro nobis sancta Dei Genetrix / Ut digni efficiamur promissionibus Christi. Amen.”

Retiro de Quaresma (2019)

29.01.2019

Catholicism, Literature, and the Arts II: Legacies and Revivals

27.01.2019